"Sonhar mais um sonho impossível Lutar quando é fácil ceder Vencer o inimigo invencível Negar quando a regra é vencer Sofrer a tortura implacável, romper a incabível prisão, voar no limite improvável, Tocar o inacessível chão É minha lei, é minha questão, virar este mundo, cravar esse chão Não me importa saber, se é terrível demais Quantas guerras terei que vencer por um pouco de paz E amanhã se esse chão que beijei, for meu leito e perdão Vou saber que valeu delirar e morrer de paixão E assim, seja lá como for, vai ter fim, a infinita aflição E o mundo vai ver uma flor Brotar do impossível chão"
É para sempre, tu é que foges dele como o Diabo foge da cruz. Esta chuva de Novembro está-me a dar ideias primaveris. Ou se calhar estou só parva, não sei.